Durma bem amor.
Aqui o vento deixou uma sensação de fuga. Olho para tua escrita pregada em meus olhos e releio palavra por palavra. O espaço entre as letras esboçam lembranças suas.
Invento uma alergia qualquer e me deito sobre o travesseiro gelado. Faz de conta, que amanhã poderei abrir a janela e respirar as mesmas alegrias de um ontem não acabado.
Sei que estás aí a pensar. Mas aqui em minhas memórias tú não passeias em um caminho longo, mas estás perto de alcançar meus sonhos.
Eu vi as estrelas antes de estar aqui tentando encontrar-me com o sono. Mas nenhuma delas me contou sobre nós. Parece que a vida foi despedaçando cada nuvem que derretia sobre mim.
E hoje amor? Hoje eu só quero que durmas bem.
Deita teu rosto sobre o beijo da Lua e entrega tua espera.
Quando sentir o silêncio agradando tua alma. Fica quietinho. Um destino só é inteiro quando é apreciado com devoção. Toca de novo a sua música e dedica teus versos a um amor insano.
Por aqui, vai demorar amor, aqui não passa.
Essa ausência vai acordar todos os dias junto comigo e deitará ao meu lado todas as noites. Tua imagem é sempre meu esconderijo de fé.
Acredite. Ainda andaremos juntos.
Tá tudo guardado comigo. Esse azul dos teus olhos me faz retomar o caminho.
Por causa deles que ainda posso enxergar.
Agora durma.
Amanhã tem lua nova e nós estaremos crescendo com ela.
Posso ler-te!
Prometo não confidenciar segredos, apenas sussurrar riscos, rabiscos em forma de ilusões gritantes.
As alternativas me surgem na cabeça como palavras suaves, me dão coragem e o frescor da manhã para trazer-te aqui perto.
A desordem que cabe aqui dentro do peito, palpita.
Um sopro úmido de ar me libera para sentir sua voz pausada.
Posso ler-te, tocar teus pensamentos assim como rasgo o tempo em pedaços miúdos, sempre esqueçendo que chorar é bem melhor quando o sorriso vem atrás bancando o fã número um, posso tornar-me louca, santa, masoquista e de novo posso renascer, num curto espaço de tempo volto melhor, distribuindo sorrisos sem pedir licença, chorando sem estraçalhar o peito e posso fazer o mesmo por você, se quiser me explicar melhor o que vê em mim.
Tecendo o rubor que se expande por toda a minha face, pude novamente entrar em teus pensamentos, e sabe que me vi por ali.
Eu flutuava em ritmo descompassado em teus olhos e me assistias assim.
Um pouco insana, mas inteiramente covarde.
As alternativas me surgem na cabeça como palavras suaves, me dão coragem e o frescor da manhã para trazer-te aqui perto.
A desordem que cabe aqui dentro do peito, palpita.
Um sopro úmido de ar me libera para sentir sua voz pausada.
Posso ler-te, tocar teus pensamentos assim como rasgo o tempo em pedaços miúdos, sempre esqueçendo que chorar é bem melhor quando o sorriso vem atrás bancando o fã número um, posso tornar-me louca, santa, masoquista e de novo posso renascer, num curto espaço de tempo volto melhor, distribuindo sorrisos sem pedir licença, chorando sem estraçalhar o peito e posso fazer o mesmo por você, se quiser me explicar melhor o que vê em mim.
Tecendo o rubor que se expande por toda a minha face, pude novamente entrar em teus pensamentos, e sabe que me vi por ali.
Eu flutuava em ritmo descompassado em teus olhos e me assistias assim.
Um pouco insana, mas inteiramente covarde.


